HEBRAICO


O alfabeto para escrita foi desenvolvido pelos fenícios que eram grandes navegadores comerciantes, que eram bem recebidos em todas as nações da época, e comerciavam produtos de uma nação para a outra.ENTÃO CRIARAM UM ALFABETO PARA ESCRITA PARA MELHOR SE COMUNICAREM EM SUAS NEGOCIAÇÕES.
ESTES SÃO OS PRIMEIROS ALFABETOS MAIS PARECIDOS COM O QUE TEMOS HOJE, ANTES ERAM USADOS SÍMBOLOS PARA SE COMUNICAR POR ESCRITA.

Aí abaixo o inglês,filisteu,amalequita,egipcio,grego e fenício






O HEBRAICO É UM IDIOMA RIQUÍSSIMO.CADA LETRA TEM UM VALOR NUMÉRICO E AO MESMO TEMPO PODE SER REPRESENTADA POR UM SÍMBOLO DE UM OBJETO,  NA ANTIGUIDADE OS SÍMBOLOS ERAM USADOS COMO ESCRITA .
VEJA ABAIXO O HEBREAICO ARCAICO , O MODERNO E O CURSIVO QUE HOJE É CHAMADO DE ESCRITA A MÃO.

O HEBRAICO MODERNO NÃO É O MESMO DOS TEMPOS BÍBLICOS.  HOJE O HEBRAICO INCORPORA MUITAS PALAVRAS DOS IDIOMAS  ARAMAICO,ÁRABE  E PERSA.  .INCLUSIVE MUITAS PALAVRAS  HOJE SÃO FALADAS DE OUTRA  FORMA,  POR TODA INFLUÊNCIA DA CULTURA DESSAS NAÇÕES ONDE ERAM FALADOS ESSES IDIOMASE QUE ERAM  TOTALMENTE BASEADAS NAS RELIGIÕES ANTIGAS DESSES PAÍSES QUE NÃO ADORAVAM A YAOHU UL E ERAM IDÓLATRAS.



EX: MOLK (REI)              

E AGORA É :  melech
מֶלֶךְ    (masculino)
Fem./Plural: מַלְכּוֹת--מְלָכִים--מַלְכָּה
Transliteração: melech
Tradução: rei
sacrificios de crianças a moloch
mas melech no passado era marido de moloch pq moloque era um ídolo fêmea

 olha o que a enciclopédia católica diz:

( hebraico Moloque , rei).





divindade adorada pelos idólatras israelitas . O hebraico apontando Moloque não representa a pronúncia original do nome, mais do que o grego vocalização Moloch encontrado na LXX e no Atos (vii, 43). O título primitivo deste deus foi muito provavelmenteMeleque , "rei", as consoantes do que veio a ser combinado através de escárnio com as vogais da palavra Bosete , "vergonha".Como a palavra Moloch ( AV Moloque ) significa rei, é difícil em vários lugares do Antigo Testamento para determinar se ele deve ser considerado como o próprio nome de uma divindade ou como um simples apelativo . As passagens do texto original em que o nome significa, provavelmente, para a de um deus são Lev. , xviii, 21; xx, 2-5; III (AV I) Reis , xi, 7; IV (II) Reis , xxiii, 10; Isaías 30:33 ; 57:9 ; Jeremias 32:35 . A principal característica de Moloch do culto entre os judeus parece ter sido o sacrifício de crianças, ea expressão usual para descrever que o sacrifício era "passar pelo fogo", um rito realizado após as vítimas tinham sidocondenados à morte . O centro especial de tais atrocidades foi apenas fora de Jerusalém , em um lugar chamado Tofete(provavelmente "lugar de abominação " ), no vale do Geennom . De acordo com a III (I) Reis , xi, 7, Salomão erigiu um " templo"para Moloch "na colina defronte de Jerusalém ", e por causa disso ele é às vezes considerado como o monarca que introduziu o culto ímpio em Israel . Após o rompimento, os traços de Moloch adoração aparecem em ambos os Judá e Israel . O costume deprovocar os filhos para passar pelo fogo parece ter sido geral no Norte Reino [IV (II) Reis , xvii, 17; Ezech . xxiii, 37], e gradualmente cresceu no Sul, encorajados pelo exemplo real de Acaz ( 2 Reis 16:3 ) e Manassés [IV (II) Reis , xvi, 6] até que se tornou predominante na época do profeta Jeremias (Jerem. xxxii, 35), quando o rei Josias suprimiu o culto de Moloch e profanouTofete [IV (II) Reis , xxiii, 13 (10)]. Não é improvável que este culto foi revivida sob Joakim e continuou até o cativeiro babilônico.
Com base do hebraico leitura do III (I) Reis , xi, 7, Moloch tem sido muitas vezes identificado com Milcom , o nacional deus dos amonitas , mas essa identificação não pode ser considerado como provável: como mostrado pelo grego versões , o leitura original de III (I) Reis , xi, 7, não era Moloque , mas Milchom [cf. Também III (I) Reis , xi, 5, 33], e de acordo com Deuteronômio 12:29-31 e 18:9-14 , a passagem de crianças através do fogo foi de cananeus origem [cf. IV (II) Reis , XVI, 3]. De tarde, várias tentativas foram feitas para provar que em sacrificar seus filhos a Moloch da israelitas simplesmente pensei que eles estavamos oferecendo -os em holocausto ao yaweh . Em outras palavras, o Meleque a quem filho sacrifícios eram oferecidos estava Yahweh com outro nome. Para defender esse ponto de vista apelo é feito, em particular, Jeremias 07:31 e 19:05 , e Ezequiel 20:25-31 . Mas esta posição é para dizer o mínimo improvável. Os textos apelou para pode muito bem ser entendido de outra forma, e os profetas expressamente tratar o culto de Moloch, como estranho e como uma apostasia da adoração do verdadeiro Deus . A oferta pelo fogo, a identidade provável de Moloch com Baal , eo fato de que na Assíria e Babilônia Malik, e em Palmyra, Malach-bel, eram deuses-sol, sugeriram a muitos que Moloch era um fogo ou deus-sol.

moloque era chamado de moloque yaweh sengundo a enciclopédia católica..mas o que eu queria erA provar que a lingua mudou e hoje significa outra coisa.

mas nós temos que levar em conta que desde o ano 30 até 1948 os YAOHUDIM ESTAVAM SEM UM PAÍS, pois tinham sido explusos pelos romanos.
e pelo que fica claro eles tiveram que engolir muitas imposições para voltar a ter um território,como a cor azul na bandeira, a estrela que na cabala é jeová branco e jeová negroe muitas mudanças na lingua pra blasfemar .

ainda hoje existem festas e sacrifícios a moloch

imagem de sacrifícios a  moloch nos EUA, divulgada no dvd iluminatis de alex jones

tes

Baudissin, Javé et Moloch (Leipzig, 1874); SMITH, Religião da semitas (Londres, 1894); SCHULTZ, Teologia do Antigo Testamento, I (tr., Edimburgo, 1898); LAGRANGE, Religiões Etudes sur les Semitiques (Paris, 1903 ).

Sobre esta página

. APA citação Gigot, F. (1911). Moloch. Em A Enciclopédia Católica. New York:. Robert Appleton Companhia Retirado 16 de agosto de 2011 da New Advent: http://www.newadvent.org/cathen/10443b.htm
MLA citação. Gigot, Francis. "Moloch". A Enciclopédia Católica. vol. 10. New York: Robert Appleton Companhia, 1911. 16 de agosto de 2011<http://www.newadvent.org/cathen/10443b.htm>.
Transcrição. Este artigo foi transcrito para o Advento New por Kenneth M. Caldwell. dedicado aos voluntários de Birthright.
Eclesiástica aprovação. Nihil Obstat. 01 de outubro de 1911. Remy Lafort, STD, Censor. Imprimatur. + Cardeal John Farley, Arcebispo de Nova York.
Informações de contato. O editor da New Advent é Kevin Knight. Meu endereço de e-mail é feedback732 em newadvent.org. (Para ajudar a combater o spam, este endereço pode mudar ocasionalmente.) Lamentavelmente, não posso responder a cada carta, mas eu aprecio muito os seus comentários - especialmente notificações sobre erros tipográficos e anúncios inapropriados.

Bíblia original, a Torá, que os judeus ortodoxos consideram ter sido escrita na época de Moisés, cerca de 3.300 anos atrás, foi redigida no hebraico dito "clássico". Embora hoje em dia seja uma escrita foneticamente impronunciável, devido à não-existência de vogais no alfabeto hebraico clássico, os judeus têm-na sempre chamado de לשון הקודש, Lashon haKodesh ("A Língua Sagrada") já que muitos acreditam ter sido escolhida para transmitir a mensagem de Deus à humanidade. Por volta da primeira destruição de Jerusalém pelos babilônios em 586 a.C., o hebraico clássico foi substituído no uso diário pelo aramaico, tornando-se primariamente uma língua franca regional, tanto usada na liturgia, no estudo do Mishná (parte do Talmude) como também no comércio.
O hebraico renasceu como língua falada durante o final do século XIX e começo do século XX como o hebraico moderno, adotando alguns elementos dos idiomas árabeladinoiídiche, e outras línguas que acompanharam a Diáspora Judaica como língua falada pela maioria dos habitantes do Estado de Israel, do qual é a língua oficial primária (o árabe também tem status de língua oficial).

Índice

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[editar]História

Enquanto o termo "hebreu", refere-se a uma nacionalidade, ou seja especificamente aos antigos israelitas, a língua hebraica clássica, uma das mais antigas do mundo, pode ser considerada como abrangendo também os idiomas falados por povos vizinhos, como os fenícios e os cananeus. De fato, o hebraico e o moabita são considerados por muitos, dialectos da mesma língua.
O hebraico assemelha-se fortemente ao aramaico e, embora menos, ao árabe e seus diversos dialetos, partilhando muitas características linguísticas com eles.
O hebraico também mudou. A diferença entre o hebraico de hoje e o de três mil anos atrás é que o antigo era um abjad ou seja, não possuía vogais para formar sílabas. As vogais foram os sinais diacríticos inventados pelos rabinos para facilitar na pronúncia de textos muito antigos e posteriormente desativados, nos meios de comunicação atuais.

[editar]História antiga

O hebraico é uma língua afro-asiática. Essa família linguística provavelmente se originou no Nordeste da África, e começou a divergir nos meados do oitavo milênio a.C.; de qualquer forma, existe grande debate em relação à data. (A teoria é defendida pela maioria dos linguistas e arqueólogos mas contraria a leitura tradicional da Torá). Os falantes do proto-afro-asiático expandiram-se para norte e acabaram por chegar ao Médio Oriente.
No fim do terceiro milénio a.C. as línguas ancestrais como o aramaico, o ugarítico e várias outras línguas cananitas eram faladas no Levante ao lado dos influentes dialectos de Ebla e Acádia. À medida que os fundadores do hebraico migravam para o sul, onde receberiam influências do levante, tal como outros povos que empreenderam o mesmo caminho, como osfilisteus, adoptaram os dialetos cananeus. A primeira evidência escrita do hebraico, o calendário de Gezer, data do século X a.C., os tempos dos reinados dos reis Davi e Salomão. Apresenta uma lista das estações e de actividades agrícolas com elas relacionadas. O calendário de Gezer (que recebeu o nome da cidade em cujas proximidades foi encontrado) está escrito em um alfabeto semítico antigo, aparentado ao fenício, o qual, passando pelos gregos e pelos etruscos, deu origem ao alfabeto latino usado hoje em quase todas as línguas europeias. O calendário de Gezer é escrito sem nenhuma vogal, e não usa consoantes substitutas de vogais mesmo nos lugares onde uma soletração mais moderna o requer (ver abaixo).

A verga Shebna, da tumba de um camareiro real achado em Siloé, datado do século 7 a.C.
Numerosas tabuletas mais antigas foram encontradas na região com alfabetos similares em outras línguas semíticas, por exemplo o proto-sinaítico. Acredita-se que as formas originais das letras do alfabeto são mais antigas que os hieróglifos da escrita egípcia, embora os valores fonéticos sejam sempre inspirados em princípios acrofónicos. O antepassado comum do hebraico e do fenício é chamado cananeu, e foi o primeiro a usar um alfabeto semítico distinto do egípcio. Um dos documentos cananeus antigos é a famosa Pedra Moabita; a inscrição de Siloam, encontrada próximo de Jerusalém, é um exemplo antigo do hebraico. Outros escritos hebraicos menos antigos incluem o óstraca encontrado perto de Laquis (Lachish) e que descreve os eventos que precedem a captura final de Jerusalém por Nabucodonosor II e o cativeiro na Babilónia de 586 a.C..
O escrito mais famoso originalmente em hebraico é o Tanakh, base das Escrituras Sagradas hebraicas, apesar de as datas em que teria sido escrito ainda sejam disputadas (Ver datar a bíblia). As cópias existentes mais antigas foram encontradas entre os manuscritos do Mar Morto, escritos entre o século II a.C. e o século I d.C..
A língua formal do império babilónico era o aramaico (cujo nome deriva de Aram Naharayim, "Mesopotâmia", ou de Aram, "terras altas" em cananeu e o antigo nome da Síria). O Império Persa, que conquistou o império babilónico poucas décadas depois do início do exílio judeu, adoptou o aramaico como língua oficial. O aramaico é também uma língua semítica norte-ocidental, bastante semelhante ao hebraico. O aramaico emprestou muitas palavras e expressões ao hebraico, principalmente devido a ser a língua utilizada no Talmude e noutros escritos religiosos.
Além de numerosas palavras e expressões, o hebraico também recebeu do aramaico o seu alfabeto. Apesar de as letras aramaicas originais terem origem no alfabeto fenício que era usado no antigo Israel, divergiram significativamente, tanto às mãos dos judeus como dos mesopotâmios, assumindo a forma que hoje nos é familiar cerca do século I a.C.. Escritos desse tempo (especialmente notáveis são os manuscritos do Mar Morto encontrados em Qumran) foram redigidos com um alfabeto muito semelhante ao "quadrático" ainda hoje usado.
Os judeus que viviam mais ao norte ou no Império Persa aos pouco foram adotando o segmento aramaico, e o hebraico rapidamente caiu em desuso. Contudo, como essa literatura é parte integrante das escrituras, os caracteres ainda hoje permanecem preservados em outros idiomas. Pelos seguintes 700 anos, o aramaico tornou-se a língua vernácula da Judéia restaurada. Obras famosas escritas em aramaico incluem o Targum, o Talmude e diversos livros de Flávio Josefo, embora muitos desses últimos não foram preservados em sua forma original. No seguimento da destruição de Jerusalem e do Segundo Templo, no ano 70 d.C., os judeus começaram gradualmente a dispersar-se da Judeia para o resto do mundo conhecido à época. Por muitos séculos o aramaico permaneceu como a língua falada pelos judeus da Mesopotâmia, e oLishana Deni[3], conhecido também como "judaico-aramaico", é um moderno descendente que ainda é falado por uns poucos milhares de judeus (e muitos não-judeus) na região conhecida como Curdistão; contudo, essa língua gradualmente cedeu lugar ao árabe, como deu lugar a outros falares locais em países para os quais os judeus emigraram.
O hebraico não foi usado como uma língua falada por aproximadamente 2.300 anos, ou seja, foi considerada uma língua morta, assim como o latim. Contudo, os judeus sempre dedicaram muito esforço para manter altos níveis de alfabetização entre eles, com o principal propósito de permitir a todo judeu consultar como se estivesse manipulando os originais da Bíblia hebraica e as obras religiosas que a acompanham. É interessante notar que as línguas que os judeus adotaram em seus países de residência, nomeadamente o ladino e o iídiche não estavam diretamente relacionadas com o hebraico (a primeira baseada no espanhol peninsular com empréstimos árabes, e a última um antigo dialeto do alemão medieval), contudo, ambas foram escritas da direita para a esquerda, utilizando o alfabeto hebraico. O hebraico foi também usado como uma língua de comunicação entre os judeus de diferentes países, particularmente com o propósito de facilitar o comércio internacional.
A mais importante contribuição para a preservação da leitura (sem pronúncia) do hebraico tradicional nesse período foi aquelas dos eruditos chamados massoretas (da palavra masoret, que significa "folclore" ou "tradição"), ocorrida a cerca doséculo VII ao X criou algumas marcações suplementares para indicar a posição onde deveriam existir vogais, assim como a acentuação tônica e os métodos de recitação. desse modo, os textos originais hebraicos que usavam apenas as consoantes passaram a contar com as vogais, entretanto, algumas consoantes foram usadas para indicar vogais longas. Na época dos massoretas esse texto era considerado muito sagrado para ser alterado, assim todas as marcações foram adicionadas na forma de diacríticos (pontinhos e pequenos traços) dentro e ao redor das letras.

[editar]Ressurreição

O reviver do hebraico como língua mãe foi iniciado com os esforços de Eliezer Ben-Yehuda. Anteriormente um ardente revolucionário na rússia czarista, Ben-Yehuda juntou-se ao Movimento Nacional Judaico e emigrou para a Palestina em1881. Motivado pelos ideais que o circundavam de renovação e de rejeição do estilo de vida dos judeus da diáspora, dedicou-se a desenvolver uma nova língua que os judeus pudessem usar para a comunicação do dia-a-dia.
Apesar de a princípio o seu trabalho ter sido desprezado, a necessidade de uma língua comum começou a ser entendida por muitos. Em breve seria constituido o Comité da Língua Hebraica. Mais tarde tornar-se-ía a Academia da Língua Hebraica, uma organização que existe atualmente. Os resultados do seu trabalho e do do comité foram publicados num dicionário (O Dicionário Completo de Hebraico Antigo e Moderno). O trabalho de Ben-Yehuda acabou por encontar solo fértil e no princípio do século XX, o hebraico estava a tornar-se a principal língua das populações judias.

[editar]História recente

Ben-Yehuda baseou o hebraico moderno no hebraico bíblico. Quando o comité decidia inventar uma nova palavra para um determinado conceito, Yehuda procurava em índices de palavras bíblicas e dicionários estrangeiros, particularmente deárabe. Enquanto que Yehuda preferia as raízes semíticas às europeias, a abundância de falantes europeus de hebraico levou à introdução de muitas palavras estrangeiras. Outras mudanças que tiveram lugar à medida que o hebraico voltava à vida foram a sistematização da gramática, uma vez que a sintaxe biblica era por vezes limitada e ambígua; e a adopção da pontuação ocidental.
A influência do russo é particularmente evidente no hebraico. Por exemplo, o sufixo russo -ácia é usado em nomes onde o português usa o sufixo -ação. Isto aconteceu tanto em empréstimos directos do russo, como por exemplo "industrializacia", industrialização, e em palavras que não existem em russo. A influência do inglês é também muito forte, parcialmente devido à administração britânica da palestina, que durou cerca de 30 anos, e devido a laços fortes com os Estados Unidos. A influência do alemão integrada ao iídiche é bem acentuada, nomeadamente nos diminutivos. Finalmente o árabe, sendo a língua de numerosos judeus Mizraicos e Sefarditas imigrados ou com nacionalidade de países árabes, assim como os palestinianos e árabes israelitas, teve uma influência importante no hebraico, especialmente no calão.
O hebraico moderno é escrito com um alfabeto conhecido como " quadrático". É o mesmo alfabeto, em última análise derivado do aramaico, que foi usado para copiar livros religiosos em hebraico durante dois mil anos. Este alfabeto tem também uma versão cursiva, que é usada para a escrita à mão.
O hebraico moderno têm um jargão rico, que resulta de uma florescente cultura de juventude. As duas características principais deste jargão são os empréstimos do árabe (por exemplo, sababa, "excelente", ou kussémek, expressão de forte dissatisfação que é extremamente obscena tanto em árabe como em hebraico).
Devido ao tamanho relativamente reduzido do vocabulário básico, numerosos empréstimos estrangeiros e a regras gramaticais relativamente simples, o hebraico é uma língua simples de aprender. Os israelitas toleram bastante os sotaques estrangeiros.
O hebraico tem sido a língua de numerosos poetas, os quais incluem RaquelBialikShaul TchernihovskyLea Goldberg,Avraham Shlonsky e Natan Alterman. O hebraico é ainda a língua de numerosos autores, um dos quais é o escritor Shmuel Yosef Agnon, laureado com o Prémio Nobel.

[editar]Distribuição geográfica

O hebraico é falado principalmente em Israel pelos seus cerca de 6 milhões de judeus tal como pelos dois milhões deárabes que lá vivem. No entanto, fora de Israel, judeus sefarditas, principalmente em França (com mais de meio milhão de judeus), e israelitas expatriados, principalmente nos Estados Unidos (cerca de meio milhão de pessoas), usam-na domesticamente. Normalmente, a maioria dos judeus asquenazes não nascidos em Israel (cerca de 8 milhões) consideram difícil usar o hebraico coloquialmente. A minoria (no máximo 20%) que frequenta escolas judaicas (yeshivas) normalmente tem uma familiaridade maior com o hebraico e consegue ler e até escrever hebraico mas só falam com fluência quando passam tempo suficiente em Israel e falam com falantes nativos de hebraico.
Muitos judeus europeus e americanos nunca visitaram Israel e não conseguem dizer muito em hebraico. Desse modo o hebraico não é falado por eles nem entendido pela maioria dos judeus em muitas áreas fora de Israel onde há uma grande população judia, nomeadamente na Argentina, na Austrália, no Canadá, na França, no Brasil, na Alemanha, na Rússia, naÁfrica do SulUcrânia, no Reino Unido e nos Estados Unidos
Como parte do judaismo, o hebraico é usado em vários graus nos estudos religiosos e orações. Normalmente são os judeus ortodoxos que frequentam escolas de hebraico e escolas religiosas, enquanto que a maioria dos judeus tendem a ser fluentes nas línguas dos países onde vivem e menos interessados em aprender hebraico. Apesar disso, na América do Norte, iniciativas como o Programa de Aproximação Judia Nacional e as sinagogas oferecem cursos intensivos de hebraico a dezenas de milhares de judeus todos os anos para introduzir judeus adultos à leitura de hebraico pela primeira vez.

[editar]Dialetos

De acordo com o Ethnologue, os dialetos do hebraico incluem o hebraico padrão (israelita padrão, hebraico europeizado), hebraico oriental (hebraico arabizado e hebraico iemenita).
Na prática há também o hebraico asquenaze, ainda usado de forma vasta nas cerimónias judaicas e nos estudos em Israel e no estrangeiro. Foi influenciado pelo iídiche.
O hebraico sefardita é a base do hebraico padrão e não é muito diferente deste, mas tradicionalmente tem maior variedade de pronúncias. Foi influenciado pelo ladino.
O hebraico mizrahi (oriental) é na realidade um grupo de dialetos falados liturgicamente por judeus em várias partes do mundo árabe e islâmico. Foi influenciado pelo árabe.
Quase todos os emigrantes em Israel são encorajados a adoptar o hebraico moderno como a sua língua diária. Como dialeto, o hebraico padrão foi inicialmente baseado no hebraico sefardita, mas foi influenciado pela fonologia asquenaze até formar um dialeto moderno único. Por exemplo, o som da consoante resh no hebraico padrão atual se aproxima mais do som gutural que a letra "r" possui no alemão, no iídiche e no francês, que do seu som no dialeto sefardita, ou de seus equivalentes nas outras línguas semíticas. Assim como o som da letra "tz" (tzadi) que no hebraico moderno possui o som duplo semelhante ao "z" do alemão, e não a pronúncia sefardita e mizrahita que é semelhante ao "çad" do árabe.

[editar]Línguas fortemente influenciadas pelo hebraico

iídiche, o ladino, o quaraim e o judeo-árabe foram todas muito influenciadas pelo hebraico. Nenhuma é completamente derivada do hebraico, mas todas estão cheios de empréstimos dele.[carece de fontes]

[editar]Vogais


As vogais do hebraico moderno
A palavra hebraica para vogal é tnu'ot. A língua hebraica moderna de Israel tem cinco vogais:
Fonemapronuncia em
Hebraico moderno
pronúncia aproximada
em português
represenção ortográfica
"longo" *"curto" *"muito curto" /"interrompido" *
/a/[a](como em "spa")kamats ( ָ )patach ( ַ )chataf patach ( ֲ )
/e/[e̞](como em "bet")tsere male ( ֵי ) ou tsere chaser ( ֵ )segol ( ֶ )chataf segol ( ֱ ), ás vezes schwa ( ְ )
/i/[i](como em "ski")khirik male ( ִי )khirik chaser ( ִ )
/o/[o̞](como em "gore")kholam male ( וֹ ) oukholam chaser ( ֹ )kamatz katan ( ָ )chataf kamatz ( ֳ )
/u/[u](como em "uso" mas com nenhuma ditongação)shuruk (וּ)kubuts ( ֻ )
As várias representações ortográficas de cada um dos fonemas attests to the broader phonemic range de vogais em recentes formas de hebraico. Alguns linguistas acalmam a gramática hebraica individualmente de Schwa na—marcando como Schwa (ְ)—representando um sexto fonema, /ə/.
Cada vogal tem três formas: curta, longa e interrompida (hataf). Não há distinção audível entre as três no hebraico moderno de Israel, e o tipo de uma vogal é determinado inteiramente por sua posição em uma palavra.
O hebraico antigo não tinha ditongos. Embora eles existam no hebraico moderno falado, as regras de gramáticadesencorajam seu uso. Assim, a raiz Y-Kh-L, segunda pessoa do singular do tempo futuro, será conjugada tuykhal, embora a forma correta seja tukhal.
A fonética hebraica inclui um dispositivo especial chamado schwa. Há dois tipos de schwa: de repouso (nakh) e de movimento (na' ). O schwa de repouso é pronunciado como uma breve parada da fala. O schwa de movimento soa muito parecido com o schwa da língua inglesa.
O hebraico também tem o dagesh, um "enfatizador". Há dois tipos de enfatizadores: o brando (qal, conhecido também comodagesh lene) e o forte (chazaq ou dagesh fortis). Há duas subcategorias de dagesh forte: forte estructural (chazaq tavniti) e o forte complementar (chazaq mashlim). O brando afeta os fonemas /v/ /g/ /d/ /kh/ /f/ /t/ no início de uma palavra, ou depois de um schwa de repouso. As ênfases do tipo forte estructural pertencem a certos padrões vocálicos (mishkalim e binyanim; ver a secção sobre gramática, a ser incluída a seguir). O dagesh forte complementar é acrescentado quando ocorre umaassimilação vocálica. Como mencionado antes, a ênfase influencia qual de um par de alófonos é pronunciado. Bastante interessante, evidência histórica indica que /g/, /d/ and /t/ costumavam ter versões de ênfase próprias, contudo elas desapareceram de virtualmente todos os dialetos falados do hebraico. Todas as outras consoantes, exceto as aspiradas, podem receber uma ênfase, mas seus sons não sofrerão mudanças.

[editar]Consoantes

A palavra hebraica para consoantes é i'curim.
BilabiaisLabiodentaisAlveolaresPalatoalveolares[4]PalatalVelaresUvularesGlotais
Nasaism מn נ
Plosivasp פּb בּtט,ת,תּdד,דּkק,כּgג,גּʔ א,ע
Africativasts צ
Fricativasf פv ב,וs ס,שׂz זʃ שׁʒ χח,כ,ךʁרh ה
Vibrantesʀ ר
Aproximantesj י
Lateraisl ל

[editar]Mudanças sonoras históricas

As transcrições gregas apresentam indicações de que o hebraico bíblico manteve as consoantes gh e kh do proto-semíticopor mais tempo do que o sistema de escrita pode sugerir. Assim, 'Amorá é traduzido como Gomorra para grego, enquanto que 'Eber é transcrito como Eber, sem o g intrusivo; dado que evidências comparativas semíticas mostram que ambos o *ghe o *' do proto-semítico se tornaram 'ayin no hebraico tardio. Isto sugere que a distinção ainda era mantida em tempos clássicos.

[editar]Verbos

A palavra hebraica para verbo é po'al.
Os verbos no hebraico são declinados pelo géneropessoanúmero e tempo. A forma base para os verbos é a terceira pessoa masculina singular do passado ativo do indicativo.

[editar]Pessoa, número, e gênero

Há três pessoas na língua hebraica: a primeira pessoa, também chamada a "falante"; a segunda pessoa, a "presente"; e a terceira, a "escondida" (no presente todas as pessoas têm formas idênticas, diferindo apenas no número e género). Para cada pessoa há formas singulares e plurais. O dual arcaico presente no sistema nominal não é usado no sistema verbal.
Usualmente a pessoa afecta o sufixo do verbo. Assim, lamadti significa "aprendi", lamadta significa "aprendeste", lamdusignifica "aprenderam". A raiz lamd- mantém-se constante.
O hebraico declina ainda com o género, distinguindo, por exemplo, entre lamadet ("aprendeste", no feminino) e lamadta("aprendeste", no masculino).

[editar]Notas

  1.  CIA's World Fact Book
  2.  Ethnologue: Statistical Summaries
  3.  [1]
  4.  Sons palatoalveolares (com exceção do /ʃ/) não são nativos, encontrados apenas em palavras estrangeiras.

[editar]Referências

[editar]Ver também

[editar]Ligações externas

Wikilivros
Wikilivros tem um livro chamadoHebraico

[editar]Textos completos em hebraico















































9 comentários:

ANTONIO MARCIO PAZ PAZ disse...

COMO EU POSSO PROVAR YESHUA SIGNIFICA (YE-BODE)VOÇE CONSEGUE ME ENVIAR O DICIONARIO HEBRAICO CALDEL APNDE FALA.

yaohutzak disse...

A PAZ PARA MINHA IRMAZINHA NANY! QUE O ETERNO A ABENÇOE. NUNCA SE SINTA SOZINHA MESMO EM OUTRO PAÍS. YAOHUSHUA EST´PA CONOSCO!

yaohutzak disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
yaohutzak disse...

Nos relatos de Toledoth Yeshu do talmud, elementos dos Evangelhos sobre o messias são conflitados com descrições dos indivíduos chamados pelo nome de “Yeshu” no Talmud. Price [1] interpreta “Yeshu” como uma forma abreviada de “Yeshua” e argumenta que esta era a forma pelo qual o messias era conhecido pelos Judeus que o odiavam. De qualquer forma, as narrativas de Toledoth Yeshu tipicamente explicam a designação Yeshu como um acrônimo da frase hebraica ימח שמו וזכרו - Yemach Shemô Vezichrô (Seja apagado seu nome e sua memória). OU SEJA, ERA UMA FORMA DE OFENSA.

Nany de YHWH disse...

Obrigada meu querido Amigo! Que YAOHUSHUA continue te orientando e conduzindo ao profundo das escrituras para que possamos JUNTOS alcançar as mais difíceis respostas que o sistema religioso tenta esconder de todos nós!OBRIGADA pelo apoio escritural!

Anônimo disse...

ESTOU GOSTANDO MUITO PORQUE A MAIORIA DAS IGREJA SE DIZEM VERDADEIRAS NÃO CUMPREM O SEU VERDADEIRO PAPEL QUE E A VERDADE. HOJE E TÃO DIFICIL FALAR SOBRE ELA E QUASE COMO SE ESTIVESSE NO OSTRACISMO. A MAIORIA DAS PESSOA PREFEREM A MENTIRA FORAM DOUTRINADAS A ACREDITAR SEM NUNCA CONTESTAR. ACREDITAM QUE O TEMPLO E A IGREJA TERRESTRE. MAS A VERDADEIRO IGREJA SOMOS NÓS.

s.uchoa de amorim uchoa disse...

QUANDO EU COMECEI A LER A BIBLIA GOSTAVA MAS ALGO DENTRO DE MIM FALAVA PESQUISE; E POR CURIOSIDADE COMECEI ME DEPAREI COM ALGO DIFERENTE, E PERGUNTEI O QUE E ISTO: O QUE ESTA ACONTECENDO COMIGO. PORQUE A BIBLIA QUE ESTOU LENDO TEM TRADUÇÕES TENDENCIOSAS. COMO E BOM PESQUISAR FAZER ESTE PERGUNTA: POR QUE? COMO O INIMIGO E TÃO ARDILOSO, ELE CHEGA COM MENTIRAS, UMA MENTIRA DITA DEZ VEZ TORNASSE VERDADE. QUANTAS BILHÕES DE PESSOAS MORRERAM POR CAUSA DAS TRADUÇÕES TENDENCIOSAS E PELA ADULTERAÇÃO DA PALAVRA. PORQUE PARA A VERADE CHEGA COM EXATIDÃO DA VERDADE TEM QUE HAVE: TRANSLITERAÇÃO E TRADUÇÕES. MAS OUVE TRADUÇÕES E ADULTEÇÕES.

s.uchoa de amorim uchoa disse...

O QUE VC ESCREVEU E A VERDADE.

JUDSON WERNECK disse...

ESTE BLOG É RIQUÍSSIMO ! PARABÉNS AO NOSSO IRMÃO POR ESTE TRABALHO ! TENHO VINDO AQUI MUITAS VEZES PARA APRENDER ! GRANDE ABRAÇO ! SHUAOLEYM !

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